Falar de desenvolvimento é, inevitavelmente, falar de educação. Não existe estado forte, competitivo e socialmente justo sem uma base sólida de ensino. E é exatamente essa compreensão que tem orientado as ações do governo liderado por Eduardo Leite e Gabriel Souza nos últimos anos: investir na educação como o principal caminho para transformar o presente e projetar o futuro do Rio Grande do Sul.
Nos últimos anos estamos acompanhando uma mudança importante na forma de olhar para a escola pública. Claro que recuperar estruturas físicas sempre foi, e continua sendo, uma demanda urgente. Obras em diversas regiões do Estado, como a recuperação de prédios históricos e a requalificação de espaços escolares, mostram o compromisso com ambientes mais dignos, seguros e acolhedores para alunos e professores. Um exemplo disso é a requalificação do Instituto Estadual de Educação Olavo Bilac, em Santa Maria.
Mas o avanço não está apenas no concreto. Está, sobretudo, na visão de futuro. Hoje, investir em educação significa também conectar escolas, levar tecnologia para dentro da sala de aula e preparar estudantes e profissionais para um mundo em constante transformação. A presença de equipamentos digitais, programas de conectividade e novas metodologias pedagógicas revela um esforço consistente de atualização do ensino público, alinhando-o às novas exigências que se impõem.
Estamos vivendo uma transição importante: saímos de um modelo em que o aluno era treinado apenas para responder para um cenário em que ele precisa aprender a pensar, questionar e trazer soluções. Isso exige escolas mais dinâmicas, professores valorizados e políticas públicas que acompanhem essa evolução.
Nesse sentido, iniciativas de combate à evasão escolar, reforço em áreas essenciais como português e matemática, incentivo à frequência e oportunidades de estágio para jovens demonstram uma preocupação que vai além da sala de aula. Trata-se de garantir que o estudante não apenas acesse a escola, mas permaneça nela.
Outro ponto fundamental é o fortalecimento da gestão educacional. A presença de equipes técnicas, apoio pedagógico contínuo e maior autonomia para as escolas tornam o sistema mais eficiente e conectado com a realidade de cada comunidade. Educação de qualidade também se faz com organização, planejamento e escuta.
Coluna publicada no jornal Diário de Santa Maria de 28 de abril de 2026.





