Sedes lança selo para fortalecer o acolhimento familiar no RS

Beto Fantinel discursa na tribuna no auditório do Ministério Público

A Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes) lançou, nesta quinta-feira (4/12), o novo Selo Família Acolhedora, iniciativa que reconhece e estimula municípios que mantêm o Serviço de Família Acolhedora ativo e regulamentado. A ação integra a agenda do deputado e secretário Beto Fantinel para ampliar políticas de proteção à infância no Rio Grande do Sul.

O edital do Selo Família Acolhedora será publicado em janeiro de 2026, com premiações em três níveis: ouro (R$ 60 mil), prata (R$ 30 mil) e bronze (R$ 25 mil). Os valores serão destinados a municípios que possuam ao menos uma família habilitada e criança ou adolescente acolhido. Hoje, cerca de 3,8 mil crianças e adolescentes vivem em abrigamento, e apenas 5% estão em acolhimento familiar no Estado.

Durante o lançamento, realizado no 1º Seminário Estadual de Acolhimento Familiar, em Porto Alegre, Beto Fantinel destacou que o selo reforça o compromisso da Sedes com uma política pública mais humana. “Certificar estimula que outros municípios busquem a referência e avancem, garantindo um futuro melhor para as nossas crianças”, afirmou.

O seminário reuniu 350 gestores, equipes do SUAS, técnicos do serviço, conselhos municipais, Ministério Público, Judiciário e entidades parceiras. No evento, a assistente social da Sedes, Eliziane Ferraz, apresentou o panorama atual do acolhimento familiar no Estado, destacando desafios como a falta de famílias disponíveis e dificuldades em regiões mais conservadoras.

As diretoras Ana Paula Coimbra Rodrigues e Kenia Margareth da Rosa Fontoura reforçaram que o acolhimento familiar é mais efetivo, econômico e com resultados comprovados no desenvolvimento cognitivo das crianças, especialmente nos primeiros anos de vida.

O selo, criado pelo Comitê Interinstitucional de Serviço de Família Acolhedora, fortalece as entregas lideradas por Beto Fantinel para ampliar cuidados, vínculos e proteção às crianças e adolescentes do Rio Grande do Sul.

Sobre o Serviço Família Acolhedora

O serviço acolhe, em caráter voluntário e temporário, crianças ou adolescentes afastados judicialmente de suas famílias. As famílias acolhedoras oferecem cuidado até o retorno à família de origem ou encaminhamento para adoção, garantindo convivência familiar e comunitária durante o período.

Foto de capa: Fredy Vieira

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